Ausência

Hoje ausência de som e de voz.

Som este que começa a se calar em nós.

E eu, por ser amor, vou buscar no coração o motivo e razão, para que isso possa ter acontecido.

Pois eu sei que cultivo a vida e não vou deixar que a vida nos cegue diante dela.

Sem que possamos exergar, os motivos que alma se eleva.

Pois são nesses momentos difíceis, são nesses momentos de selva.

Onde se cultivava flores,  hoje só mesmo a relva…

Mas se a observarmos, muita coisa dela se leva.

A relva mesmo molhada, procura com a luz do sol, secar a água.

Que esponho com lágrimas, dá vida que aqui se leva…

Autoria:Valdete Ramos

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